Hermanos

 Uno, dos. Uno, dos. Contava o jovem argentino narrando o rebolado da jovem na Felipe Schmidt. – Uno, dos. Uno, dos, conforme subisse o glúteo da esquerda ou o da direita.

 Atrás deles, passei a contar também: um, dois. Um, dois; olhando para o traseiro dele. O rapaz voltou-se, bruscamente, olhando primeiro para a própria bunda, depois procurando quem monitorava seus movimentos.

 Soltei uma gargalhada, no que fui correspondida pelos seus amigos. Ele me olhou algo assustado. Abri os braços, ergui as sobrancelhas e os ombros como quem diz: Isso é pra tu vêj!

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