O Poeta

Quantos somos, não sei… Somos um, talvez dois; três, talvez
Quatro; cinco, talvez nada
Talvez a multiplicação de cinco em cinco mil e cujos restos
Encheriam doze Terras
Quantos, não sei… Só sei que somos muitos – o desespero da dízima infinita
E que somos belos como deuses, mas somos trágicos.
Vinícius (claro!)

Formigueiro Prosa

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