Exposição Virtual de Presépios Lapinhas [3]

Lapinha visão lateral Autoria: Osmarina e Paulo Vilalva

 Ao girar a lapinha, sua riqueza plástica se revela por inteiro: abrem-se diversas cenas, entre elas o presépio, como esse ambientado numa pequena gruta, onde estão seus personagens e as oferendas (louça de barro, copos-de-leite trazidos pelos visitadores). Aqui a Estrela Guia é representada por uma linda concha do mar.

O uso de conchas na confecção da lapinha é sua caractérística mais marcante e de onde deriva seu nome.  Lapinha é a concha de um molusco abundante no Arquipélago dos Açores; com ele se faz um singular presépio que se usa o ano inteiro.

Exposição Virtual de Presépios Lapinha [2]

Lapinha Autoria: Osmarina e Paulo Vilalva

 Originária dos Açores, onde é uma arraigada tradição, as lapinhas são pequenos presépios permanentes que retratam cenas prosaicas e inserem o presépio nos ritos do cotidiano. Sua volumetria permite a riqueza de detalhes que podem ser observados ao girá-la. Costumam ser protegidas por uma redoma de vidro.

Exposição Virtual de Presépios [6]

Presépio Circular.

 Aqui a cena do Nascimento está ambientada na Ilha de Santa Catarina caracterizada pela casa de arquitetura luso-açoriana, a presença de dois prosaicos perús, as crianças com seus brinquedos e a “mulher na janela”, um costume arraigado entre as comadres que ficam assuntando a vizinhança.

Autoria: Osmarina e Paulo Vilalva